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Grandes Temas
 

Título: A Batalha Real, 14 de Agosto de 1385
Autor: Saul António Gomes
Ano de Edição: 2007
Páginas: 63

 
Sobre o Livro
A famosa batalha que se travou na tarde de 14 de agosto de 1385, nos campos situados entre Leiria, Porto de Mós e Aljubarrota, garantia da independência do reino de Portugal e da entronização de uma nova e triunfante dinastia, foi conhecida, pelas gerações portuguesas temporalmente mais próximas do evento, como Batalha Real. Esta designação, no entanto, viria a ser preterida para dar lugar ao novo nome de “Batalha de Aljubarrota”, já plenamente incorporado na memória nacional em finais do século XVI. É o processo que levou a essa mutação onomástica de tão importante acontecimento histórico que aqui se procura investigar, oferecendo-se ao leitor um texto de reflexão em torno da problemática que conjuga a memória social lusíada com o fazer da História de Portugal por parte dos historiadores.
 
Sobre o autor
Saúl António Gomes nasceu na cidade de Leiria em 1963. Exerce funções docentes no Grupo de História da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, desde 1987, integrando o seu Centro de História da Sociedade e da Cultura. É sócio-correspondente da Academia Portuguesa da História e colaborador do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa. Recebeu, em 1999, o Prémio Calouste Gulbenkian de Ciência pela sua obra, em colaboração com Cristina Pina e Sousa, Intimidade e Encanto: O Mosteiro Cisterciense de Santa Maria de Cós (Alcobaça). É autor, entre outros, dos seguintes títulos: O mosteiro de Santa Maria da Vitória no Século XV (1990); Vésperas Batalhinas: Estudos de História e Arte (1997); Visitações a Mosteiros Cistercienses em Portugal nos séculos XV e XVI (1998); In limine conscriptionis. Documentos, chancelaria e cultura no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra (Séculos XII a XIV) (2000, no prelo); O Livro do Compromisso do Hospital de Nossa Senhora da Vitória da Batalha (2000); Fontes Históricas e Artísticas da Vila e do Mosteiro da Batalha (4 vols., 2000-2004); Porto de Mós. Colectânea Documental e Histórica (Séculos XII a XIX) (2005); Notícias e Memórias Paroquiais Setecentistas, Vol. 2; Marinha Grande, e vol. 3, Batalha (2006) e da biografia D. Afonso V, o Africano (2006).
 
  

 

 
Título: Aljubarrota Vista pelos Castelhanos
Autor: José Luís Martín Martín
Ano de Edição: 2008
Páginas: 70

Sobre o Livro
Neste livro estudam-se os antecedentes, o desenvolvimento e as consequências da Batalha de Aljubarrota. Castela e Portugal tiveram a sorte de contar com dois cronistas excecionais, Pero López de Ayala e Fernão Lopes, respetivamente, que deixaram narrativas muito vivas daqueles acontecimentos. No entanto, tanto eles como outras testemunhas e alguns historiadores recentes apresentam interpretações discrepantes acerca do conflito. O autor analisa os acontecimentos com o apoio desses testemunhos, contrapõe as opiniões discordantes e oferece novas perspetivas sobre o velho conflito.
 
Sobre o autor
José Luis Martín Martín é Doutorado em Filosofia e Letras (História) pela Universidade de Salamanca. Lecionou como Professor de História Medieval na Universidade de Extremadura e, desde 1986, é Professor Titular dessa disciplina na Faculdade de Geografia e História da Universidade de Salamanca. Nas suas investigações, ocupou-se dos problemas relacionados com a fronteira Luso-Castelhana na Idade Média, com participações em diversos congressos realizados em Portugal, Alemanha ou Espanha. Adicionalmente, segue outras linhas de investigação, no âmbito do medievalismo, como as seguintes: o clero peninsular, composição e formação; cabidos catedralícios ou estudos sobre a população.

 


 

 

Título: O Sonho de Aljubarrota 
Autor: Maria de Fátima Marinho 
Ano de Edição: 2007
Páginas: 77

Sobre o Livro

A Batalha de Aljubarrota, ocorrida no dia 14 de agosto de 1385, foi um marco histórico fundamental para a consolidação da periclitante soberania portuguesa. A História concedeu-lhe especial relevo como convinha à formação de um imaginário nacional, mas a literatura também não ficou indiferente a essa espécie de glória pátria que importava recordar em momentos de crise ou de legitimação de determinadas ideologias. Este ensaio estuda o aproveitamento que foi feito da batalha na literatura portuguesa, ao longo dos séculos, desde textos relativamente próximos do acontecimento até produções de finais de novecentos.
 
Sobre a autora
Maria de Fátima Marinho nasceu no Porto a 5 de fevereiro de 1954. Licenciou-se em Filologia Românica, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde leciona Literatura Portuguesa Contemporânea, desde 1976. Em 1987, doutorou-se com uma tese sobre o Surrealismo em Portugal. É hoje Professora Catedrática e Presidente do Conselho Científico. Da sua atividade como investigadora, salientam-se as seguintes obras: Herberto Helder, a Obra e o Homem, Lisboa, Arcádia, 1982; O Surrealismo em Portugal, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1987; A Poesia Portuguesa nos meados do século XX – Rupturas e Continuidade, Lisboa, Caminho, 1989; O Romance Histórico em Portugal, Porto, Campo das Letras, 1999; História da Literatura Portuguesa – As Correntes Contemporâneas, Vol. 7 (dir. de, em colaboração com Óscar Lopes), Lisboa, Alfa, 2002;(…) Um Poço sem Fundo – Novas Reflexões sobre Literatura e História, Porto, Campo das Letras, 2005. Tem ensaios publicados em inúmeros jornais e revistas.
 

 

 
Título: A Padeira de Aljubarrota: Entre Ontem e Hoje
Autor:  Maria Gomes Pimenta
Ano de Edição: 2007
Páginas: 59

Sobre o Livro
Foi objetivo deste livro observar a evolução no tratamento de um tema que entendemos importante para a compreensão de uma das facetas da identidade portuguesa. Para tal foi forçoso, mas gratificante, recuar aos tempos onde se situa a ação desta padeira – o tempo de Aljubarrota – para tentar entender a raiz explicativa do tema, afinal, um referencial a que muitas vezes se recorre quando o desalento e a desilusão tomam conta das emoções dos portugueses. Por isso, os séculos posteriores a quatrocentos, herdeiros desta memória tão vivamente preservada, serão generosos nas referências feitas ao episódio, valendo a pena segui-las, refletindo primordialmente sobre o significado que o recurso a uma figura deste tipo pode ter em épocas tão diferentes mas que se arrastam até aos nossos dias.
 
Sobre a autora
Maria Cristina Gomes Pimenta nasceu no Porto em 1962. É Doutora em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e, neste momento, exerce a atividade de Investigadora contratada do CEPESE/ Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade (Programa Ciência 2007 da FCT). Pertence, ainda, ao Grupo de Investigação Estudos Medievais e do Renascimento, do CEPESES. É autora, entre outros títulos, de “A Ordem de Avis durante o Mestrado de D. Fernão Rodrigues de Sequeira”, Militarium Ordinum Analecta – As Ordens Militares no Reinado de D. João I -, vol. I, Porto: Fundação Engenheiro António de Almeida, 1997; “As Ordens de Avis e de Santiago na Baixa Idade Média: O Governo de D. Jorge”, Militarium Ordinum Analecta, vol. V, Porto: Fundação Engenheiro António de Almeida, 2001; D. Pedro I, Lisboa: Círculo de Leitores, 2005; Guerras no Tempo da Reconquista 1128-1249, Lisboa/Matosinhos: Quid Novi, 2006.
 
 

 

Título: A Batalha de Trancoso
Autor: Pedro Gomes Barbosa em colaboração com Alexandre Patrício Gouveia
Ano de Edição: 2013
Páginas: 77

Sobre o Livro
 “Em 1385 um contingente castelhano penetrou em território português, através das terras de Riba-Côa. Alguns dos melhores cavaleiros de Castela tomaram parte no que provavelmente era tido como o abrir de uma segunda frente, preparatória para uma mais ampla invasão, liderada por D. João de Castela, talvez que pelo Alentejo ou então, como uma campanha de simples destruição e atemorização das populações, criando assim um condicionamento psicológico.
De qualquer forma, incursão fácil, dado o estado de desavença entre nobres beirões. Mas o que seria mais fácil, tornou-se difícil quando essa coluna se preparava para voltar à sua base de Ciudad Rodrigo, carregada com o saque. Fernão Lopes deixou-nos uma descrição do combate, mas este relato será totalmente correto? Procura-se neste txto fazer uma releitura da batalha, assim como a análise dos dois grupos combatentes, não só da vertente tática como em relação ao armamento e à organização.”
 
Sobre os autores
Pedro Gomes Barbosa é Professor Associado com Agregação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Nesta Faculdade é diretor do Instituto de Estudos Regionais e do Municipalismo “Alexandre Herculano”, subdiretor do Instituto de Estudos Árabe-Islâmicos “David Lopes”, coordenador do Mestrado em Estudos Regionais e Autárquicos e do Curso de Especialização em História e Ciências Militares. É docente dos seminários “História Militar Medieval” e “Conflitos e Ameaças no Mundo Contemporâneo” no Mestrado em História. Membro da Academia de Marinha e da Sociedade de Geografia de Lisboa. Vice-presidente do Instituto Luso-Árabe para a Cooperação. Membro da Comissão Consultiva do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo. É atualmente membro do Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa. As suas principais áreas de estudo são a História Medieval, História Militar e Segurança e Defesa.
 
Alexandre Patrício Gouveia nasceu a 25 de outubro de 1952, é Presidente da Fundação Batalha de Aljubarrota. Concluiu o mestrado em Gestão de Empresas, em 1977, pela Universidade Católica Portuguesa, e em 1981, a pós-graduação em Gestão de Empresas, pela Universidade de Columbia, Nova Iorque. Membro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e membro da Ordem Real de São Miguel da Ala.

 

 

 

 

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