Facebook Sábado | 19 Agosto 2017
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Campos de Batalha

1384 - Batalha dos Atoleiros

A Batalha dos Atoleiros tem um enorme significado, pois foi uma demonstração de que o domínio castelhano não era inevitável, e que os portugueses eram capazes de defender a sua independência, o que na época era considerado quase que impossível.
O resultado verificado nos Atoleiros, em Abril de 1384, veio demonstrar aos seguidores do Mestre de Avis, que a sua luta, se organizada eficientemente e com determinação, se poderia saldar vitoriosa.
A Batalha dos Atoleiros deu também à nação portuguesa um importante contributo para a construção da sua identidade nacional.


1385 - Batalha de Trancoso

Três meses antes da Batalha de Aljubarrota, D. Juan I de Castela encontrava-se em Portugal com o seu exército, cercando a cidade de Elvas.
Simultaneamente, sabendo que D. João I e Nuno Álvares Pereira se encontravam retidos em Guimarães a cercar o seu castelo, um exército castelhano decide invadir a Beira e saquear Viseu. Perante esta situação, um grupo de fidalgos portugueses da Beira decide organizar um pequeno exército e barrar o caminho a esta força
castelhana, em Trancoso, quando regressava a Castela.
A vitória portuguesa em Trancoso, em Maio de 1385, não só eliminou um número importante de cavaleiros e homens de armas castelhanos, como obrigou D. Juan I a pôr fim ao cerco de Elvas, e regressar a Castela.


1385 - Batalha de Aljubarrota

A batalha ocorrida no planalto de S. Jorge no dia 14 de Agosto de 1385 constituiu um dos acontecimentos mais decisivos da História de Portugal. Sem ela, o pequeno reino português teria, muito provavelmente, sido para sempre absorvido pelo seu poderoso vizinho castelhano. Sem o seu contributo, o orgulho que temos numa história largamente centenária, configurando o estado português como uma das mais vetustas e homogéneas criações políticas do espaço europeu, não seria hoje possível.
A Batalha de Aljubarrota proporcionou definitivamente a consolidação da identidade nacional, que até então se encontrava apenas em formação, e permitiu às gerações futuras portuguesas a possibilidade de se afirmarem como nação livre e independente.

    
1659 - Batalha das Linhas de Elvas

Passados 19 anos desde a proclamação da independência nacional, em 1640, o exército espanhol invadiu pela primeira vez Portugal, por Badajóz, indo por cerco a Elvas. A notável resistência desta praça deu tempo a que um exército de socorro português se organizasse e avançasse para Elvas, em Janeiro de 1659.
Embora o exército espanhol fosse muito superior em número, o ataque do exército português foi bem sucedido, proporcionando a primeira grande vitória portuguesa em território nacional após a Restauração, e impedindo o exército espanhol de continuar a sua marcha para Lisboa.

    
1663 - Batalha do Ameixial

A Batalha do Ameixial decorreu, porventura, no momento mais perigoso para os portugueses, durante a Guerra da Restauração. Enfrentando um poderoso exército que, após tomar Évora, pretendia continuar a avançar para Lisboa, o exército português conseguiu contudo obrigar o exército invasor a recuar para perto de Estremoz.
Aí se deu, em Junho de 1663, em diversas colinas situadas junto a Santa Vitória do Ameixial, uma batalha de enormes proporções, onde a determinação e o engenho português conseguiram uma grandiosa vitória militar, aparentemente impossível de alcançar.

    
1665 -Batalha de Montes Claros

Após 25 anos de guerra, a Batalha dos Montes Claros, em Junho de 1665, constituiu o derradeiro esforço espanhol de subjugar Portugal pela força. Para isso foram utilizadas forças militares entretanto disponibilizadas pelo fim das guerras de Espanha na Catalunha e na Europa, e foi nomeado um dos melhores generais espanhois para esta missão. A Batalha de Montes Claros foi assim a batalha decisiva.
Se tivesse tido lugar noutro palco da Europa Central, esta Batalha seria hoje objecto de um muito maior estudo e divulgação, em face da forma extraordinariamente interessante e espectacular como se desenrolou. A notável vitória portuguesa em Montes Claros permitiu a assinatura do Tratado de Paz com a Espanha, três anos mais tarde, em 1668.

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